Um Mundo Sem Vacinas. Seria Bom??

A foto te chocou? Pelo menos leia!!
Antes de mais nada, vamos parar de politizar as vacinas. Temos dois déspotas, um comandando a nação e outro o maior estado. Só pensam em si mesmo. Então, tratemos de pensar em nós mesmo e nossos familiares.
Se as vacinas nunca tivessem existido, provavelmente não estaríamos na situação atual em que nos encontramos agora, em que já ultrapassamos 7,6 bilhões de pessoas no planeta. Muitas doenças teriam matado ou debilitado um monte de pessoas.
O que aconteceria se amanhã de manhã todas as vacinas deixassem de existir.
Imaginem os surtos de meningite bacteriana, ceifando crianças. E a gripe H1N1, atingindo mulheres grávidas?? A lista é imensa. Várias doenças mais sériad do que a Covid-19, evitáveis, voltariam à tona.
Nos países mais desenvolvidos, mais pessoas sobreviveriam, mas e no resto??
Vejam o texto do Dr Rene Najera, que pode ser acessado na íntegra, neste link:
“Os adultos que foram expostos a doenças infantis – ou vacinados contra elas – provavelmente estariam bem. À medida que os casos de doenças evitáveis ​​por vacinas aumentam nos próximos anos, sua imunidade aumentaria e eles não seriam vítimas de coisas como sarampo ou varicela. O problema nos primeiros anos seria gripe e pneumonia nas populações mais velhas.
O Japão aprendeu isso da maneira mais difícil alguns anos atrás, quando parou de imunizar seus filhos contra a gripe. Isso fez com que as crianças ali compartilhassem a gripe entre si e a levassem para casa para seus pais e avós. Segundo algumas estimativas, essa política resultou em um excesso de dezenas de milhares de mortes a cada ano por complicações da gripe. A teoria é que vacinar crianças desencadeou imunidade comunitária.
Atualmente, surtos de varicela estão sendo registrados na fronteira dos campos de refugiados e centros de detenção que mantêm detidos da América Central e do México. Ao contrário dos Estados Unidos, a varicela não é administrada rotineiramente nesses países, embora esteja disponível no México se os pais solicitarem. (As crianças imigrantes têm maior probabilidade de serem imunizadas contra outras doenças infantis do que as crianças nascidas nos Estados Unidos, de acordo com a Organização Mundial da Saúde.) Se as crianças nos Estados Unidos parassem de ser vacinadas contra a varicela, esses casos importados desencadeariam surtos aqui.
Ao contrário da opinião popular, a varicela pode causar complicações potencialmente fatais”
“Ao longo de vários anos, doenças como caxumba e sarampo também voltariam com força total e se estabeleceriam em ondas periódicas de doenças. Em 1960, poucos anos antes de a vacina contra o sarampo ser licenciada, os Estados Unidos tinham cerca de meio milhão de casos notificados, com 500 a 1.000 mortes. A população então era de cerca de 180 milhões de residentes. Hoje, temos mais de 320 milhões de residentes. Se todas as coisas fossem iguais, provavelmente veríamos perto de um milhão de casos anuais de sarampo e bem mais de 1.000 mortes. Atualmente, felizmente, não temos morte por sarampo há algum tempo nos Estados Unidos. Em Samoa, apenas alguns meses depois que as taxas de vacinação contra o sarampo caíram abaixo dos níveis de imunidade da comunidade, uma epidemia de sarampo massiva tirou a vida de dezenas de crianças e mandou centenas para o hospital.”
Então, vamos deixar de palhaçada, e quando finalmente as vacinas para a Covid-19 estiverem disponíveis em nosso país, tomemos a melhor decisão. Particularmente nos grupos mais suscetíveis!! Eu irei me vacinar! Aliás fui voluntário num dos estudos. E você? Vai tomar??
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